Arquivos e Documentação das ilhas

Espaço reservado a informação variada sobre os Arquivos Públicos Insulares.

O desenvolvimento da pesquisa histórica está em relação directa com a política arquivística. Da existência ou não de arquivos, da sua boa organização e acessibilidade ao público interessado, dependerá o progresso do conhecimento histórico. Neste sentido a criação dos arquivos distritais (1931) em Portugal e dos provinciais em Espanha (1935) contribuiu de modo decisivo para o progresso da investigação histórica.

Nos três arquipélagos existem seis arquivos históricos (Funchal, Horta, Ponta Delgada, Angra do Heroísmo, Santa Cruz de Tenerife e Las Palmas), fiéis depositários da documentação remanescente das instituições oficiais e particulares.

Na Madeira e Canárias existem alguns arquivos particulares de especial importância, destes destacam-se, no primeiro caso, os arquivos de Cossart Gordon & Co. (1745-1931), família Ornelas e Casa Torre Bela (depositados os dois últimos no Arquivo Regional da Madeira), enquanto no segundo surgem Zárate-Cólogan (La Orotava), do Marquês de Gandia (Puerto de la Cruz), etc.

Confrontada a documentação disponível nos arquivos em causa constata-se a elevada riqueza doa cervo madeirense para os séculos XV e XVI, resultante em especial, do núcleo de paroquiais (1538), vereações (1473), registo geral de Câmara (1452) e testamentos; estes núcleos são de inegável importância para a formulação de qualquer análise histórica. Todavia a essa posição destacada junta-se uma grande lacuna mercê da perda da quase totalidade dos registos notariais madeirenses dos séculos XV e XVII. Este núcleo é sem dúvida o que dá corpo e importância aos arquivos de Canárias e Açores (Angra do Heroísmo e Ponta Delgada), pois que os anteriores núcleos são pobres ou compostos por documentos dispersos; por exemplo, nas vereações estas só surgem a partir de finais do século XV em Tenerife e no século XVII em Fuerteventura, enquanto nos Açores surgem no século XVI em Bastião (Terceira), Ribeira Grande (S. Miguel) e Topo (S. Jorge).

A par disso apenas na Madeira o arquivo conseguiu reunir toda a documentação dispersa pelas instituições oficiais e cativar o interesse dos particulares para essa salvaguarda, pois nos Açores e Canárias muitos desses encontram-se ainda por recolher; assim sucede no primeiro caso com a documentação camarária e das misericórdias de algumas ilhas e no segundo com os registos paroquiais e mais documentação religiosa.

1. Canárias

2. Madeira

3. Açores

4. CaboVerde

5. S. Tomé e Principe

6. Portugal continental

obs.: o presente levantamento foi feito em 1995, por ocasião do Colóquio Internacional de História das Ilhas Atlânticas, realidado em Las Palmas de Gran Canaria pela Fundación Canaria Mapfre Guanarteme, e faz parte do volume coordenado por Alberto Vieira, sobre "Guia para a História e Investigação das Ilhas Atlânticas". Em 2008 fizeram-se algumas actualizações dos dados.


Espaço reservado a informação variada sobre os Arquivos Públicos Insulares.

O desenvolvimento da pesquisa histórica está em relação directa com a política arquivística. Da existência ou não de arquivos, da sua boa organização e acessibilidade ao público interessado, dependerá o progresso do conhecimento histórico. Neste sentido a criação dos arquivos distritais (1931) em Portugal e dos provinciais em Espanha (1935) contribuiu de modo decisivo para o progresso da investigação histórica.

Nos três arquipélagos existem seis arquivos históricos (Funchal, Horta, Ponta Delgada, Angra do Heroísmo, Santa Cruz de Tenerife e Las Palmas), fiéis depositários da documentação remanescente das instituições oficiais e particulares.

Na Madeira e Canárias existem alguns arquivos particulares de especial importância, destes destacam-se, no primeiro caso, os arquivos de Cossart Gordon & Co. (1745-1931), família Ornelas e Casa Torre Bela (depositados os dois últimos no Arquivo Regional da Madeira), enquanto no segundo surgem Zárate-Cólogan (La Orotava), do Marquês de Gandia (Puerto de la Cruz), etc.

Confrontada a documentação disponível nos arquivos em causa constata-se a elevada riqueza doa cervo madeirense para os séculos XV e XVI, resultante em especial, do núcleo de paroquiais (1538), vereações (1473), registo geral de Câmara (1452) e testamentos; estes núcleos são de inegável importância para a formulação de qualquer análise histórica. Todavia a essa posição destacada junta-se uma grande lacuna mercê da perda da quase totalidade dos registos notariais madeirenses dos séculos XV e XVII. Este núcleo é sem dúvida o que dá corpo e importância aos arquivos de Canárias e Açores (Angra do Heroísmo e Ponta Delgada), pois que os anteriores núcleos são pobres ou compostos por documentos dispersos; por exemplo, nas vereações estas só surgem a partir de finais do século XV em Tenerife e no século XVII em Fuerteventura, enquanto nos Açores surgem no século XVI em Bastião (Terceira), Ribeira Grande (S. Miguel) e Topo (S. Jorge).

A par disso apenas na Madeira o arquivo conseguiu reunir toda a documentação dispersa pelas instituições oficiais e cativar o interesse dos particulares para essa salvaguarda, pois nos Açores e Canárias muitos desses encontram-se ainda por recolher; assim sucede no primeiro caso com a documentação camarária e das misericórdias de algumas ilhas e no segundo com os registos paroquiais e mais documentação religiosa.

1. Canárias

2. Madeira

3. Açores

4. CaboVerde

5. S. Tomé e Principe

6. Portugal continental

obs.: o presente levantamento foi feito em 1995, por ocasião do Colóquio Internacional de História das Ilhas Atlânticas, realidado em Las Palmas de Gran Canaria pela Fundación Canaria Mapfre Guanarteme, e faz parte do volume coordenado por Alberto Vieira, sobre "Guia para a História e Investigação das Ilhas Atlânticas". Em 2008 fizeram-se algumas actualizações dos dados.

Espaço reservado a informação variada sobre os Arquivos Públicos Insulares.

O desenvolvimento da pesquisa histórica está em relação directa com a política arquivística. Da existência ou não de arquivos, da sua boa organização e acessibilidade ao público interessado, dependerá o progresso do conhecimento histórico. Neste sentido a criação dos arquivos distritais (1931) em Portugal e dos provinciais em Espanha (1935) contribuiu de modo decisivo para o progresso da investigação histórica.

Nos três arquipélagos existem seis arquivos históricos (Funchal, Horta, Ponta Delgada, Angra do Heroísmo, Santa Cruz de Tenerife e Las Palmas), fiéis depositários da documentação remanescente das instituições oficiais e particulares.

Na Madeira e Canárias existem alguns arquivos particulares de especial importância, destes destacam-se, no primeiro caso, os arquivos de Cossart Gordon & Co. (1745-1931), família Ornelas e Casa Torre Bela (depositados os dois últimos no Arquivo Regional da Madeira), enquanto no segundo surgem Zárate-Cólogan (La Orotava), do Marquês de Gandia (Puerto de la Cruz), etc.

Confrontada a documentação disponível nos arquivos em causa constata-se a elevada riqueza doa cervo madeirense para os séculos XV e XVI, resultante em especial, do núcleo de paroquiais (1538), vereações (1473), registo geral de Câmara (1452) e testamentos; estes núcleos são de inegável importância para a formulação de qualquer análise histórica. Todavia a essa posição destacada junta-se uma grande lacuna mercê da perda da quase totalidade dos registos notariais madeirenses dos séculos XV e XVII. Este núcleo é sem dúvida o que dá corpo e importância aos arquivos de Canárias e Açores (Angra do Heroísmo e Ponta Delgada), pois que os anteriores núcleos são pobres ou compostos por documentos dispersos; por exemplo, nas vereações estas só surgem a partir de finais do século XV em Tenerife e no século XVII em Fuerteventura, enquanto nos Açores surgem no século XVI em Bastião (Terceira), Ribeira Grande (S. Miguel) e Topo (S. Jorge).

A par disso apenas na Madeira o arquivo conseguiu reunir toda a documentação dispersa pelas instituições oficiais e cativar o interesse dos particulares para essa salvaguarda, pois nos Açores e Canárias muitos desses encontram-se ainda por recolher; assim sucede no primeiro caso com a documentação camarária e das misericórdias de algumas ilhas e no segundo com os registos paroquiais e mais documentação religiosa.

1. Canárias

2. Madeira

3. Açores

4. CaboVerde

5. S. Tomé e Principe

6. Portugal continental

obs.: o presente levantamento foi feito em 1995, por ocasião do Colóquio Internacional de História das Ilhas Atlânticas, realidado em Las Palmas de Gran Canaria pela Fundación Canaria Mapfre Guanarteme, e faz parte do volume coordenado por Alberto Vieira, sobre "Guia para a História e Investigação das Ilhas Atlânticas". Em 2008 fizeram-se algumas actualizações dos dados.

Espaço reservado a informação variada sobre os Arquivos Públicos Insulares.

O desenvolvimento da pesquisa histórica está em relação directa com a política arquivística. Da existência ou não de arquivos, da sua boa organização e acessibilidade ao público interessado, dependerá o progresso do conhecimento histórico. Neste sentido a criação dos arquivos distritais (1931) em Portugal e dos provinciais em Espanha (1935) contribuiu de modo decisivo para o progresso da investigação histórica.

Nos três arquipélagos existem seis arquivos históricos (Funchal, Horta, Ponta Delgada, Angra do Heroísmo, Santa Cruz de Tenerife e Las Palmas), fiéis depositários da documentação remanescente das instituições oficiais e particulares.

Na Madeira e Canárias existem alguns arquivos particulares de especial importância, destes destacam-se, no primeiro caso, os arquivos de Cossart Gordon & Co. (1745-1931), família Ornelas e Casa Torre Bela (depositados os dois últimos no Arquivo Regional da Madeira), enquanto no segundo surgem Zárate-Cólogan (La Orotava), do Marquês de Gandia (Puerto de la Cruz), etc.

Confrontada a documentação disponível nos arquivos em causa constata-se a elevada riqueza doa cervo madeirense para os séculos XV e XVI, resultante em especial, do núcleo de paroquiais (1538), vereações (1473), registo geral de Câmara (1452) e testamentos; estes núcleos são de inegável importância para a formulação de qualquer análise histórica. Todavia a essa posição destacada junta-se uma grande lacuna mercê da perda da quase totalidade dos registos notariais madeirenses dos séculos XV e XVII. Este núcleo é sem dúvida o que dá corpo e importância aos arquivos de Canárias e Açores (Angra do Heroísmo e Ponta Delgada), pois que os anteriores núcleos são pobres ou compostos por documentos dispersos; por exemplo, nas vereações estas só surgem a partir de finais do século XV em Tenerife e no século XVII em Fuerteventura, enquanto nos Açores surgem no século XVI em Bastião (Terceira), Ribeira Grande (S. Miguel) e Topo (S. Jorge).

A par disso apenas na Madeira o arquivo conseguiu reunir toda a documentação dispersa pelas instituições oficiais e cativar o interesse dos particulares para essa salvaguarda, pois nos Açores e Canárias muitos desses encontram-se ainda por recolher; assim sucede no primeiro caso com a documentação camarária e das misericórdias de algumas ilhas e no segundo com os registos paroquiais e mais documentação religiosa.

1. Canárias

2. Madeira

3. Açores

4. CaboVerde

5. S. Tomé e Principe

6. Portugal continental

obs.: o presente levantamento foi feito em 1995, por ocasião do Colóquio Internacional de História das Ilhas Atlânticas, realidado em Las Palmas de Gran Canaria pela Fundación Canaria Mapfre Guanarteme, e faz parte do volume coordenado por Alberto Vieira, sobre "Guia para a História e Investigação das Ilhas Atlânticas". Em 2008 fizeram-se algumas actualizações dos dados.

Espaço reservado a informação variada sobre os Arquivos Públicos Insulares.

O desenvolvimento da pesquisa histórica está em relação directa com a política arquivística. Da existência ou não de arquivos, da sua boa organização e acessibilidade ao público interessado, dependerá o progresso do conhecimento histórico. Neste sentido a criação dos arquivos distritais (1931) em Portugal e dos provinciais em Espanha (1935) contribuiu de modo decisivo para o progresso da investigação histórica.

Nos três arquipélagos existem seis arquivos históricos (Funchal, Horta, Ponta Delgada, Angra do Heroísmo, Santa Cruz de Tenerife e Las Palmas), fiéis depositários da documentação remanescente das instituições oficiais e particulares.

Na Madeira e Canárias existem alguns arquivos particulares de especial importância, destes destacam-se, no primeiro caso, os arquivos de Cossart Gordon & Co. (1745-1931), família Ornelas e Casa Torre Bela (depositados os dois últimos no Arquivo Regional da Madeira), enquanto no segundo surgem Zárate-Cólogan (La Orotava), do Marquês de Gandia (Puerto de la Cruz), etc.

Confrontada a documentação disponível nos arquivos em causa constata-se a elevada riqueza doa cervo madeirense para os séculos XV e XVI, resultante em especial, do núcleo de paroquiais (1538), vereações (1473), registo geral de Câmara (1452) e testamentos; estes núcleos são de inegável importância para a formulação de qualquer análise histórica. Todavia a essa posição destacada junta-se uma grande lacuna mercê da perda da quase totalidade dos registos notariais madeirenses dos séculos XV e XVII. Este núcleo é sem dúvida o que dá corpo e importância aos arquivos de Canárias e Açores (Angra do Heroísmo e Ponta Delgada), pois que os anteriores núcleos são pobres ou compostos por documentos dispersos; por exemplo, nas vereações estas só surgem a partir de finais do século XV em Tenerife e no século XVII em Fuerteventura, enquanto nos Açores surgem no século XVI em Bastião (Terceira), Ribeira Grande (S. Miguel) e Topo (S. Jorge).

A par disso apenas na Madeira o arquivo conseguiu reunir toda a documentação dispersa pelas instituições oficiais e cativar o interesse dos particulares para essa salvaguarda, pois nos Açores e Canárias muitos desses encontram-se ainda por recolher; assim sucede no primeiro caso com a documentação camarária e das misericórdias de algumas ilhas e no segundo com os registos paroquiais e mais documentação religiosa.

1. Canárias

2. Madeira

3. Açores

4. CaboVerde

5. S. Tomé e Principe

6. Portugal continental

obs.: o presente levantamento foi feito em 1995, por ocasião do Colóquio Internacional de História das Ilhas Atlânticas, realidado em Las Palmas de Gran Canaria pela Fundación Canaria Mapfre Guanarteme, e faz parte do volume coordenado por Alberto Vieira, sobre "Guia para a História e Investigação das Ilhas Atlânticas". Em 2008 fizeram-se algumas actualizações dos dados.

Espaço reservado a informação variada sobre os Arquivos Públicos Insulares.

O desenvolvimento da pesquisa histórica está em relação directa com a política arquivística. Da existência ou não de arquivos, da sua boa organização e acessibilidade ao público interessado, dependerá o progresso do conhecimento histórico. Neste sentido a criação dos arquivos distritais (1931) em Portugal e dos provinciais em Espanha (1935) contribuiu de modo decisivo para o progresso da investigação histórica.

Nos três arquipélagos existem seis arquivos históricos (Funchal, Horta, Ponta Delgada, Angra do Heroísmo, Santa Cruz de Tenerife e Las Palmas), fiéis depositários da documentação remanescente das instituições oficiais e particulares.

Na Madeira e Canárias existem alguns arquivos particulares de especial importância, destes destacam-se, no primeiro caso, os arquivos de Cossart Gordon & Co. (1745-1931), família Ornelas e Casa Torre Bela (depositados os dois últimos no Arquivo Regional da Madeira), enquanto no segundo surgem Zárate-Cólogan (La Orotava), do Marquês de Gandia (Puerto de la Cruz), etc.

Confrontada a documentação disponível nos arquivos em causa constata-se a elevada riqueza doa cervo madeirense para os séculos XV e XVI, resultante em especial, do núcleo de paroquiais (1538), vereações (1473), registo geral de Câmara (1452) e testamentos; estes núcleos são de inegável importância para a formulação de qualquer análise histórica. Todavia a essa posição destacada junta-se uma grande lacuna mercê da perda da quase totalidade dos registos notariais madeirenses dos séculos XV e XVII. Este núcleo é sem dúvida o que dá corpo e importância aos arquivos de Canárias e Açores (Angra do Heroísmo e Ponta Delgada), pois que os anteriores núcleos são pobres ou compostos por documentos dispersos; por exemplo, nas vereações estas só surgem a partir de finais do século XV em Tenerife e no século XVII em Fuerteventura, enquanto nos Açores surgem no século XVI em Bastião (Terceira), Ribeira Grande (S. Miguel) e Topo (S. Jorge).

A par disso apenas na Madeira o arquivo conseguiu reunir toda a documentação dispersa pelas instituições oficiais e cativar o interesse dos particulares para essa salvaguarda, pois nos Açores e Canárias muitos desses encontram-se ainda por recolher; assim sucede no primeiro caso com a documentação camarária e das misericórdias de algumas ilhas e no segundo com os registos paroquiais e mais documentação religiosa.

1. Canárias

2. Madeira

3. Açores

4. CaboVerde

5. S. Tomé e Principe

6. Portugal continental

obs.: o presente levantamento foi feito em 1995, por ocasião do Colóquio Internacional de História das Ilhas Atlânticas, realidado em Las Palmas de Gran Canaria pela Fundación Canaria Mapfre Guanarteme, e faz parte do volume coordenado por Alberto Vieira, sobre "Guia para a História e Investigação das Ilhas Atlânticas". Em 2008 fizeram-se algumas actualizações dos dados.

Espaço reservado a informação variada sobre os Arquivos Públicos Insulares.

O desenvolvimento da pesquisa histórica está em relação directa com a política arquivística. Da existência ou não de arquivos, da sua boa organização e acessibilidade ao público interessado, dependerá o progresso do conhecimento histórico. Neste sentido a criação dos arquivos distritais (1931) em Portugal e dos provinciais em Espanha (1935) contribuiu de modo decisivo para o progresso da investigação histórica.

Nos três arquipélagos existem seis arquivos históricos (Funchal, Horta, Ponta Delgada, Angra do Heroísmo, Santa Cruz de Tenerife e Las Palmas), fiéis depositários da documentação remanescente das instituições oficiais e particulares.

Na Madeira e Canárias existem alguns arquivos particulares de especial importância, destes destacam-se, no primeiro caso, os arquivos de Cossart Gordon & Co. (1745-1931), família Ornelas e Casa Torre Bela (depositados os dois últimos no Arquivo Regional da Madeira), enquanto no segundo surgem Zárate-Cólogan (La Orotava), do Marquês de Gandia (Puerto de la Cruz), etc.

Confrontada a documentação disponível nos arquivos em causa constata-se a elevada riqueza doa cervo madeirense para os séculos XV e XVI, resultante em especial, do núcleo de paroquiais (1538), vereações (1473), registo geral de Câmara (1452) e testamentos; estes núcleos são de inegável importância para a formulação de qualquer análise histórica. Todavia a essa posição destacada junta-se uma grande lacuna mercê da perda da quase totalidade dos registos notariais madeirenses dos séculos XV e XVII. Este núcleo é sem dúvida o que dá corpo e importância aos arquivos de Canárias e Açores (Angra do Heroísmo e Ponta Delgada), pois que os anteriores núcleos são pobres ou compostos por documentos dispersos; por exemplo, nas vereações estas só surgem a partir de finais do século XV em Tenerife e no século XVII em Fuerteventura, enquanto nos Açores surgem no século XVI em Bastião (Terceira), Ribeira Grande (S. Miguel) e Topo (S. Jorge).

A par disso apenas na Madeira o arquivo conseguiu reunir toda a documentação dispersa pelas instituições oficiais e cativar o interesse dos particulares para essa salvaguarda, pois nos Açores e Canárias muitos desses encontram-se ainda por recolher; assim sucede no primeiro caso com a documentação camarária e das misericórdias de algumas ilhas e no segundo com os registos paroquiais e mais documentação religiosa.

1. Canárias

2. Madeira

3. Açores

4. CaboVerde

5. S. Tomé e Principe

6. Portugal continental

obs.: o presente levantamento foi feito em 1995, por ocasião do Colóquio Internacional de História das Ilhas Atlânticas, realidado em Las Palmas de Gran Canaria pela Fundación Canaria Mapfre Guanarteme, e faz parte do volume coordenado por Alberto Vieira, sobre "Guia para a História e Investigação das Ilhas Atlânticas". Em 2008 fizeram-se algumas actualizações dos dados.